quinta-feira, 26 de abril de 2012

A grande ilusão

A grande ilusão Vivemos num imenso laboratório conhecido como planeta Terra. As experiências que vivenciamos vida após vida, fazem parte de um grande projeto inspirado pelo grande Arquiteto. Da sua mente, novos mundos foram criados. Assim como é organizado um laboratório terreno neste plano físico, com seus diversos departamentos para conduzir os vários projetos existentes, também existem no plano espiritual, uma organização maravilhosa composta de conselhos, departamentos, setores e grupos de trabalhos. No plano físico tridimensional existem quatro mundos, onde vivenciamos as nossas experiências, realizando o propósito de aprender a nos expressar dentro da dualidade de energias, influenciado apenas pelas sensações físicas, emocionais, mentais e psíquicas. Somos almas peregrinas evolucionando pelos mundos inferiores da criação divina. E para manifestarmos nestes planos de existência, necessitamos “vestir” corpos adequados a cada situação. Para isso temos o corpo físico (carnal), um corpo emocional (sentimental), um corpo mental (racional) e um corpo etérico (psíquico/elétrico). Todos os aprendizados nestes quatro mundos são registrados e arquivados no quinto corpo, que permanece sempre no quinto plano de existência conhecido como o mundo das causas (plano causal). É neste local onde é observado o ponto alcançado na evolução de cada alma humana. O corpo causal contém todos os aspectos desenvolvidos nos quatros mundos inferiores. O observador silencioso que acompanha o desenvolvimento da alma peregrina é o seu próprio “criador”. Ele é o mentor e guardião da sua parte fragmentada nos quatro corpos inferiores. Ele vê a necessidade imediata e futura da sua própria experiência. Esse observador está no sexto plano de existência e habita um corpo intuicional conhecido como o corpo búdico. É o nosso eu superior. Devido às limitações dos planos inferiores de manifestação ocasionadas pela fragmentação desta consciência superior, acabamos por criar no plano terreno uma personalidade apropriada para o nosso ambiente. Esta personalidade com o tempo tornou-se um indivíduo provido de um ego consciente apenas no seu plano de existência. No plano físico, a cada encarnação adquirimos um novo corpo carnal. O fato de ser novo também, o cérebro é como um disco de memória “virgem” de um computador, que precisa ser “configurado” para processar as novas informações que irá receber. O cérebro é um receptor do corpo mental. O “esquecimento” das experiências de vidas passadas está relacionado a este processo. O cérebro físico de uma criança com seus neurônios e ramificações conclui sua configuração apenas aos sete anos. É nesta época que a sua consciência física faz o acoplamento no corpo carnal e inicia o seu processo de aprendizado no plano terreno. A partir daí, as informações que forem inseridas em seu cérebro é que determinarão o seu comportamento e atitude durante as suas experiências de vida. O meio ambiente irá estruturar todas as condições para o desenvolvimento dos aspectos que precisarão ser trabalhados em cada ser, tanto os laços afetivos, educativos, de trabalho, como da vida social em todas as suas nuances. Ou seja, o relacionamento pessoal com o mundo à sua volta, usando apenas os instrumentos sensoriais que irão sendo desenvolvidos ao longo do tempo. É interessante observar que as dores e sofrimentos ao longo do caminho de aprendizado fazem parte das lições de vida. O sucesso de qualquer experiência de um projeto é alcançado através de erros e acertos. Somente assim podemos apreender os aspectos envolvidos em cada processo. O lado negativo e/ou positivo serve apenas de parâmetro para definir o curso que devemos observar e seguir. Como almas peregrinas em sua jornada terrena, a confusão se estabelece quando confundimos a nossa experiência humana dentro de um laboratório, como se fosse a nossa própria realidade existencial e única. Quando na verdade somos consciências fragmentadas de uma consciência maior, para a qual um dia devemos retornar. A nossa ilusão é isso: achar e acreditar que por sermos gotas d’água, o mar e o oceano não existem! O quarto escuro O que aprendemos com as nossas emoções? Qual a lição que existe em cada experiência emocional? O que está ocorrendo com o mundo atual? Porque vivemos tão estressados... angustiados? O que ocasiona tantas doenças... mortes e sofrimentos??? Temos tantas perguntas... Ficamos muitas vezes... confusos... ... e acabamos focando a nossa atenção... na negatividade! “Conhece-te a ti mesmo... e a Verdade te será revelada!” Quanta sabedoria há nestas palavras! Ah, como a humanidade seria mais feliz, saudável e próspera! Como as pessoas viveriam a plenitude da felicidade se pudessem descortinar os “mistérios” da Vida! Pudessem...??!!!... Vocês... cada um de nós... podemos sim!!!!! Podemos ser felizes sim. E com muitos méritos! E o mais legal de tudo, é que não custa nada em termos de valores materiais! Mas, se quiserem colocar um preço para “pagar” a ousadia de serem felizes, então as moedas são essas: - Coragem, confiança e... fé! O ser humano tem dificuldade quando sua crença e seus valores se chocam com a realidade em sua vida. Ao se deparar com o desconhecido se sente inseguro... frágil... e, deixa o medo aflorar... dominar... consumir! Aí é que está a resposta. Conhecemos os efeitos “colaterais” de cada sensação do medo. E nos “entregamos”, nos “rendemos”, e capitulamos! Sabemos que por medo não reagimos... o choque muitas vezes nos paralisa. Logo a inércia... o conformismo... a acomodação se faz! E a vida segue adiante... até que tudo se repita novamente. E, assim caminha a humanidade! O conhecimento leva à sabedoria... que, em consequência desfaz a “grande mentira” em que vivemos! Ser sábio é compreender o significado da vida, e então, vivê-la! O “medo” é um mecanismo que foi implantado dentro de nós em um passado remoto, quando éramos seres livres, felizes, saudáveis... perfeitos! Vivíamos em harmonia... em comunhão com a criação divina. A Terra era o paraíso! Uma das grandes ilusões que foi inserida na mente do ser humano é que quase tudo o que fazemos de “errado”... é pecado! Criou-se a partir disso uma egrégora onde a humanidade toda foi praticamente aprisionada... e escravizada. Nasceu daí o sentimento de culpa. E na inocência, a alma começou a adorar os deuses tiranos que foram sendo impostos e que se cristalizaram ao longo de cada época. Criou-se o misticismo e encobriu toda a verdade atrás de um véu escuro e sombrio. Passamos a negar a nossa própria divindade! Esse foi o grande erro e... o único pecado que cometemos! Neste plano físico vivemos hoje um momento único e magnífico. Estamos vivenciando a era da redescoberta de quem somos... da nossa origem... e do nosso destino! Por causa disto, há tanta confusão e, muitas dores. É a hora do parto. Estamos renascendo. “Ninguém pode ver o Reino de Deus se não nascer de novo!” Vamos parar um pouco... vamos pensar... refletir... silenciar... O que venho sentindo agora... como está o meu corpo... o meu estado emocional... como andam meus pensamentos... A vida que levo... meus relacionamentos... as pessoas que eu amo... meus sonhos... meus ideais... meus objetivos... Como tem sido a minha vida nestes últimos dias... como foi no mês passado... e retrocedendo no tempo... no ano passado!... Quantas vezes parei para pensar sobre mim... nos meus sentimentos... a forma como penso... em como estou agindo... se a minha rotina me faz sorrir... Aí... eu paro... e olho o relógio! Caramba!... Nossa!!... Não tenho tempo!... Estou atrasado!... Tenho que correr... tenho que trabalhar... tenho que isso... tenho que aquilo... e, o tempo voa! Percebe-se logo o significado de tudo isso... o tempo nos escravizou! Temos tempo para fazer de tudo e.. tudo!... Menos ter tempo para nós mesmos! Muitas vezes nos vimos fazendo as coisas... tendo que agir... correr... e só depois é que pensamos no que fizemos... principalmente se fizemos uma “besteira”... porque agimos por impulso... sem pensar... pura emoção! Pensando nisso agora... fica a pergunta: o que estamos fazendo conosco... com a nossa vida??! Alguma coisa está faltando... a insatisfação é generalizada... a irritação é constante... vivendo agoniado sem saber do que... o corpo entra frequentemente em “pane”... as contrariedades surgem... e quantas noites de insônia... Quando tudo parece que está dando certo... está feliz... volta a sonhar... a sorrir... de repente... “bum”... alguma coisa acontece... e tudo vira de pernas pro ar!!! É muita adrenalina para o corpo!!!... Aja emoção!!!!!... Até quando tem que aguentar tudo isso?? Tantas dúvidas... tantas incertezas... tantas inseguranças... tantos medos!!! Opa!!... Voltamos ao ponto. O medo! O “medo” de perder... o “medo” de ficar doente... o “medo” de sofrer... o “medo” de ser demitido... o “medo” de ser deixado... o “medo” de não ter... o “medo” de faltar alguma coisa... o “medo” da solidão... o “medo” de se machucar... o “medo” de morrer... o “medo” de mudar... medo... medo!!!!!!!!!!!!! Queridos... queridas... Somos seres emotivos... vivemos de emoções... criamos por sermos emocionais... fazemos tudo emocionalmente... queremos sentir! Todos os cincos sentidos que temos é para experienciar as sensações... é para isto que estamos aqui neste planeta... neste mundo... para vivenciar todos os aspectos que este plano sensorial tem a nos oferecer! São essas experiências e são essas vivências que vamos levar na “bagagem” quando deixarmos este mundo físico. São essas lições que nos fazem evoluir e... crescer espiritualmente! De nada adianta ser inflexível... racional demais... pensando apenas na lógica. Porque quando tiver que agir... será sempre pela emoção... pelo desejo... pelo prazer... pela satisfação... A vida na carne é temporária... tem um prazo de validade. A alma permanece neste contínuo vai e vem... “sobe e desce”.. encarna e reencarna.. preso na roda da vida! Até que aprende todas as lições de vida e o que a vida terrena... de sensações nos abençoou! Depois disso, parte feliz para se integrar ao seu “Eu” eterno... o Espírito imortal! Quantas vezes ao deixar um corpo físico e estando no mundo espiritual, olhamos para “baixo” e de forma bem crítica sentenciamos a nós mesmos: “perdi o meu tempo lá embaixo!”... “vou ter que recomeçar de novo!” O momento atual chegou! A oportunidade de “ouro” é agora! Não foi ontem e nem será amanhã... é agora! Tudo o que estão sentindo que de alguma forma traz um desconforto físico ou emocional e até psíquico-mental, estão relacionados às mudanças que ocorrem em nosso Universo... na transformação que vai causar a quebra de quase todos os paradigmas em nosso mundo e em nossas vidas. Há um processo ascensional em curso na nossa humanidade como um todo. Está havendo uma grande alteração nas frequências vibracionais no nosso planeta como em toda a galáxia. E nenhuma emanação de vida vai poder escapar dessas influências. Isto já ocorreu em nosso passado, mas o de agora tem uma característica muito especial... é única. A era das trevas que dominava o planeta chegou ao fim. É chegada a nova era. A era da luz! O tempo de escuridão... da mentira... da enganação... da corrupção... da manipulação do medo... está acabando! Estamos saindo da prisão onde estivemos confinados por causa da quarentena cósmica que foi aplicada na época em que o nosso planeta foi tomado de assalto pelas forças negativas. É como se alguém tivesse vivido toda a sua infância, passando pela adolescência até os dias atuais num quarto escuro. Onde a sua concepção de vida esteve baseada apenas no interior destas quatro paredes, enxergando apenas imagens de vultos se movendo pelo ambiente e, acreditando nesta realidade como uma verdade pura e simples. A porta está sendo aberta... devagar... uma pequena brecha para deixar a claridade entrar aos poucos... sem machucar as vistas... para evitar uma cegueira pelo choque com a luz... não causar pânico desnecessário pelo condicionamento da escuridão que se tem vivido até então. Aos poucos vai se fazendo uma nova inserção na mente de cada um, preparando-se para a nova realidade que irá encontrar quando a porta for totalmente aberta. Reeducando todos para a visão do novo mundo. Acostumando a uma nova visão... preparando os olhos... ensinando-se como ver a luz... o dia... o sol! É um corpo fragilizado por ter vivido nas condições limitadas de um quarto fechado e escuro... por tanto tempo... está desvitalizado... e se for exposto agora, de repente, à luz do sol... do calor... este corpo não suportará o choque... e poderá então sofrer um dano irreparável e, até... vir a falecer! É mais ou menos assim o que está ocorrendo atualmente com as pessoas, com a humanidade. Algumas delas estão conscientes desta mudança, umas não aceitam essas transformações de jeito nenhum, outras não estão nem aí para o que está acontecendo e muitas estão percebendo que suas vidas estão mudando... só não sabem o que! Dentro deste pequeno quarto ainda na penumbra, vê-se um amontoado de gente num canto tentando se “esconder” dos pequenos fachos de luz que iluminam precariamente o ambiente. Há medo em alguns e desespero em outros. Uns curiosos tentam se aproximar da porta... procurando espiar lá fora. Todos sentem um leve tremor em seus corpos pelas ondas de calor que acompanham a claridade da luz vinda de fora. Um fato interessante vai acontecendo durante este processo. Enquanto o quarto permaneceu na escuridão, tudo parecia normal e bonito. As sensações eram condicionadas de acordo com o ambiente escuro. O fazer, o que se dizia, aquilo que se ouvia, os sentimentos, os gostos, as necessidades e até os pensamentos eram focados e desenvolvidos dentro do padrão “noturno” do quarto fechado. Agora, com a claridade da luz que vai penetrando no quarto, vê-se outra imagem da realidade. As pessoas tinham outras feições diante de cada um. Ao falar agora, percebem-se nitidamente as diferenças entre o que se diz e o que se sente. Ao mentir, nota-se logo em seus rostos... nos seus olhos. Antes se podia esconder algo, agora não dá mais. Vê-se quase tudo, todos os movimentos. Foi neste quarto escuro que implantaram o medo em cada um, para que os mais “fortes” pudessem dominar. Criaram a separação de todos os tipos para exercerem seus poderes. Enfraqueceram qualquer possibilidade de rebeldia, mantendo todos ocupados com alguma “distração” A mudança de consciência está surgindo aos poucos. A influência da luz é notável, não tem como negar este acontecimento. Todos os conceitos, estruturas, crenças, valores estão se desmoronando conforme a luz vai aumentando a sua intensidade. A velocidade dos acontecimentos e dessa mudança é que deixam as pessoas “perdidas” e confusas. Os efeitos estão evidentes! Do lado daqueles que dominavam o ambiente noturno, está havendo a recusa de aceitar ou mesmo acreditar neste novo evento. A reação desesperada está causando muitos conflitos e violências. Os que se acomodaram na situação antiga, não querem mudar. Tentam impedir, chamando de “loucos” aqueles que querem ir em direção à porta. As experiências que adquirimos no quarto escuro vivenciando a dualidade da vida, afloraram inúmeros aspectos positivos. Durante o longo confinamento, muitos seres iluminados “desceram” entre nós... ensinaram... inspiraram... e aprendemos com eles! As sementes lançadas iam frutificando paralelamente ao avanço e amadurecimento da humanidade. Estamos na época da colheita e da separação do joio e do trigo! Os seres que estão despertando suas consciências atualmente fizeram suas escolhas para participarem deste momento. São voluntários... são guerreiros... são águias! Foram treinados... orientados e... amparados! São vocês, hoje, que estão sentindo profundamente estas mudanças. Que percebem a aceleração vibracional que afetam seus corpos. Entraram na roda da vida para aprenderem a lidar com este mundo de sensações. Aprenderam! Agora é chegado o momento de por em prática todos estes conhecimentos e participarem do grande “momentum” da Terra e da humanidade. Como guerreiros da luz já possuem a coragem necessária para os grandes embates neste imenso conflito interior em que se encontram. Para isso vieram a este planeta em tempos longínquos. Tenham a paciência para compreender e entender todo o processo em que estão envolvidos nesta existência. Mantenham a confiança interna de que estão aqui para este propósito: implantar o plano divino na Terra. E tenham a certeza na fé que carregam... é correspondida e atendida. Silenciem-se... procurem ouvir o som que vem do coração... ouça a pulsação... escute a voz interior... Então, deixem-se levar pela melodia... sintam a suavidade à sua volta... caminhem com leveza... sintonizem a frequência do amor... do divino amor! Vibrem este sentimento em tudo... a todo momento... em qualquer circunstância... em pensamento... em atitude... ofereçam o coração de vocês... repleto de amor! Respirem... o amor! Contaminem o mundo de vocês... irradiando amor! E vocês... filhos da luz... testemunharão a maior e mais linda transformação em suas vidas! Experimentem... façam... sejam o Amor! Quebrando paradigmas Este tema refere-se a um processo que está ocorrendo pelo planeta inteiro entre milhares de pessoas: o despertar de suas consciências, a formação dos corpos de Luz e as preparações para suas ascensões à quarta dimensão física. É importante salientar que neste processo existe uma série de complexidades que se não forem trabalhadas em suas partes por causa das nossas próprias limitações, ficariam quase impossíveis de se abordar de forma construtiva o contexto maior que é o conhecimento sobre o aspecto da nossa espiritualidade. Para se falar sobre o despertar da consciência teremos que nos inteirar sobre um dos nossos órgãos sensoriais – o sexto - que é fundamental nesse processo: a intuição. Sem esse desenvolvimento seria o mesmo que pedir para alguém, a leitura de um livro com os olhos vendados. Através desta percepção surgirá uma “voz silenciosa” que irá conduzir todo o processo individual do ser em sua busca interior e os passos que deverá seguir. Esta “voz” conhece toda a história da alma humana que estará supervisionando e orientando. E cada alma peregrina tem seu próprio ritmo, nível de evolução, frequência vibratória, experiências vividas em outras jornadas e, além disso, tem seu próprio “grupo” a qual está filiado espiritualmente. Antes de prosseguir é necessária uma sequência de pontos para serem refletidos e entendidos por aqueles que desejam e querem alcançar o seu propósito. A ordem em si não é relevante e sim o empenho individual no conjunto de conhecimentos que poderá adquirir utilizando sempre o discernimento. Somente assim poderá dar cada passo com segurança. Paciência é um exercício diário e constante, porque o corpo físico precisa estar equilibrado e o cérebro físico deve estar sempre receptivo às novas informações que virão da sua consciência interior. Cada fase será rica em aprendizado e o entendimento será alcançado com a compreensão de que estamos neste plano terrestre para aprender. Humildade, sinceridade, intenção, desprendimento, persistência, confiança, fé e muita coragem, serão necessárias nesta caminhada. Uma mente aberta livre de preconceitos e crenças cristalizadas facilitam a quebra de paradigmas que ocorrerão com frequências inimagináveis. Nem tudo é um “mar de rosas!” A finalidade deste trabalho até agora serve apenas para reflexões e questionamentos individuais. Todos os títulos devem ser lidos com os “olhos do coração” e não devem ser aceitos como uma verdade absoluta, porque a grande Verdade só a encontraremos em nosso próprio interior. Portanto, não há a intenção de “doutrinar” ninguém com esses artigos e sim fazer “barulhinhos” para acordar aqueles a quem estes artigos são destinados. Assim eles saem da inércia e da dormência, dão uma sacudida em si mesmo e partem para um grande objetivo em suas vidas: saberem quem são! Pausa para reflexões "Quando se chega ao topo de uma montanha fica aquela sensação de certeza de que já se alcançou o limite da escalada e que agora basta apenas ficar contemplando o horizonte, admirando as belezas dos vales e das planícies. Esse era o meu pensamento até que ocorreu mais um fato surpreendente na minha vida! Esse novo acontecimento me fez recordar de algo que havia esquecido assim que cheguei ao topo da minha montanha: que na subida eu sempre olhava para cima!"   Estou dando uma pequena pausa antes de continuar os trabalhos de "Despertar da consciência", porque os títulos seguintes podem não serem entendidos da forma correta. Dúvidas e questionamentos sempre existirão, senão seria desnecessária a publicação de todos os artigos postados até agora neste blog. Lembrando sempre que todos os artigos são frutos de uma experiência pessoal e única. E por isso, acredito que cada um de vocês - aquele que persistir e for sincero consigo mesmo - vivenciará a sua própria lição de vida nesta busca. Confesso que consegui dar os meus passos nesta busca incessante, porque havia parâmetros para tirar conclusões sobre os questionamentos e dúvidas que surgiam a todo instante. Vinha de um trabalho com mais de três décadas de pesquisas, deixando-me muitas vezes com os cabelos desalinhados de tanto ficar passando a mão na cabeça. E hoje, olhando para trás, percebo como valeu a paciência e a persistência. A curiosidade desperta a vontade de saber algo e, compreendendo que a colheita tem o tempo certo de acontecer, então tudo fica perfeito. A sincronização é que traz as respostas. Todo o meu trabalho é focado apenas no despertar da consciência. Para isso, foi que tive que passar por todo o processo em si. Pouco depois do meu despertar - em 2004 -, recebi uma série de orientações e instruções do meu mentor espiritual no que dizia respeito a um trabalho que faria no futuro. Fui avisado na época que parte do meu trabalho seria abordar apenas os seis corpos da nossa evolução espiritual e as suas seis dimensões. Esses pontos eu só iria compreender muito tempo depois, após vivenciar uma série de experiências na própria pele. Para entender cada dimensão, eu era periodicamente levado em cada um dos seus níveis para ficar observando. Foram experiências maravilhosas. Cada evento que ocorria, o aprendizado se aprofundava trazendo uma bagagem de informações interessantíssimas. Até entender que o trabalho nestes seis níveis de evolução estava relacionado ao processo de ascensão de um ser humano, foi uma surpresa para mim. E, mais surpreso eu fiquei quando percebi - e, depois foi confirmado isso -, que a maioria dos "servidores da luz" que estavam encarnados aqui na Terra, já eram seres ascensionados. Apenas estão presos na "roda de samsara". Era necessário, portanto, que eles pudessem ser "acordados" e recordassem de si mesmos, despertando para a missão que lhes foram confiados. O tempo fica cada vez mais curto, e todos os meios estão sendo postos em ação, por todo o planeta, através de diversos canais conscientes, que estão trabalhando incansavelmente com os seus próprios recursos, superando suas dificuldades e suas limitações. Cada ser consciente passa a informação conforme chega o momento adequado. Sabe que chegará a hora em que a maioria irá despertar. Porque essa maioria de seres encarnados "adormecidos", fazem parte de um mesmo grupo de trabalho. Somos todos um, nesta missão. Velhos companheiros de diversas jornadas dentro da Criação. Ultrapassamos milhões de seres nesta época atual, porque foram enviadas tantas equipes de reservas para suprir a necessidade da falta de "mão-de-obra" para concluir o grande trabalho que é esperado que se cumpra com sucesso. Tivemos imensas baixas na primeira leva - um total de 144 mil - de voluntários que "desembarcaram" nesta dimensão física e se "perderam" aqui embaixo e muitos outros que foram "abatidos" em suas caminhadas. Agora, teremos que concluir o trabalho com o material humano que estiver encarnado nesta época, porque não há mais tempo de trazer outros companheiros. O tempo se esgotou e vamos fazer o que for possível da maneira mais eficiente que pudermos. É importante que cada um dos voluntários nesta missão, possa superar suas próprias descrenças e limitações que são impostas pela ilusão da matéria. Vocês são seres com uma bagagem imensa de experiências e foram plenamente treinados para ultrapassar as barreiras de frequências da terceira dimensão. Devem aceitar apenas quem são e fazer a parte que cabe a cada um. As instruções sempre chegam a todos, bastam sintonizar os seus canais interiores, pois é deste ponto que as informações são passadas e recebidas. Não subestimem a força interior que cada um de vocês possuem. As mensagens são sempre transmitidas na linguagem do Amor... do sentimento. O livre arbítrio de cada um é respeitado, sempre. Sabemos através de nossas próprias experiências que a Luz somente proporciona a paz interior, a serenidade de espírito, o equilíbrio em nossos momentos de conflitos, o entendimento de respeito e da dignidade humana, a compreensão de não causar nenhum dano a qualquer espécie de emanação de vida neste planeta. Que a Luz é para iluminar os corações e trazer o conhecimento. Aos poucos, durante os trabalhos publicados no "Despertar da consciência", serão abordados os temas que de alguma forma, o peregrino em busca da luz, irá esbarrar na sua caminhada. Peço apenas de forma humilde que leiam os outros artigos que estou publicando também no meu Blog, porque eles fazem parte do conjunto de material que engloba o processo de despertar. Apenas deixo registrado a minha experiência pessoal e, em nenhum momento gostaria que os meus artigos fossem encarados de outra forma, senão como lições de vida de um peregrino que encontrou seu próprio caminho, entre as encruzilhadas que surgem na nossa jornada terrena. O “Despertar da consciência” é construído em partes e aborda diversos temas relacionados ao processo em si. Expandindo a consciência O primeiro tema que abordarei será sobre a Expansão da Consciência, um assunto de suma importância para o desenvolvimento espiritual. Inclusive, faz parte deste tema os diversos artigos anteriores, que devem ser motivos de profundas reflexões e análises, porque foi através daqueles pensamentos e questionamentos que, iniciei de forma consciente o processo expansivo da minha consciência. "A expansão da consciência é o atalho e o caminho mais rápido para o auto-conhecimento e a intuição é o farol que irá iluminar este caminho." Por que atalho? Existe isto? Sim, por incrível que pareça, existe. Foi este o caminho utilizado por todos os Mestres que ascenderam na Luz, e é o percurso utilizado por todos os monges enclausurados dentro dos mosteiros. E foi através deste mesmo atalho que cheguei à minha iluminação e alcancei o contato com a minha parte Superior. E é também por este caminho que faço a minha conexão com todos os mundos interdimensionais e sutis. O que é então a expansão da consciência? Antes de tudo é imprescindível que saibamos que a consciência é a própria alma. A Vida que sustenta um corpo físico - e todos os outros corpos sutis - é a Chama Trina e a parte que encarna num corpo para a experiência terrena, é a consciência fragmentada da alma, que se subdivide em consciências etérica, mental inferior, emocional e física, que se vestem respectivamente dos seguintes corpos nos mundos de manifestações: corpo etérico (memória), corpo mental inferior (pensamento), corpo emocional (sentimento) e o corpo físico (material). A alma é uma fragmentação (pedaço) da sua consciência Superior - o Eu Superior - e é relativamente imortal. Digo relativamente imortal, porque a alma pode ter a sua "morte" decretada em dois casos distintos: primeiro, quando ela perde o domínio sobre todas as suas consciências inferiores - essas consciências perdem suas essências divinas e se apagam, tornando-se sombras (vampiros energéticos) - e não havendo resultados positivos (aprendizagens) e nem progresso espiritual, o Eu Superior extingue esta porção de sua consciência, que retorna para o "reservatório" universal, da mesma forma como se despejasse um pequeno copo de água no oceano. A outra "morte" ocorre por efeito da Ascensão: quando a consciência da alma, através das suas partes inferiores, alcançam o despertar e a ascensão na Luz, conquista também, a sua liberdade. Ao ficar livre da roda da reencarnação, se eleva além dos mundos das experiências e aprendizados terrenos, desfazendo-se então, do corpo causal. Neste instante, a alma recebe um novo corpo, mais sutil - este sim, praticamente imortal, porque a evolução espiritual é contínua -, construída especialmente para ela, com todas as características adquiridas durante suas experiências de vida inseridas nela: como a beleza, a bondade e a verdade. É um radiante corpo, de indescritível beleza e Luz! O conhecimento da estrutura e do funcionamento destes corpos - vestimentas da alma - facilita a compreensão do aspecto fragmentário das nossas consciências, a partir da sua parte Superior - o Eu Superior - que também é um fragmento de uma consciência muito maior e elevada. Cada "pedaço" desce de uma parte superior antecedente e se veste de um "veículo" cada vez mais inferior, de acordo com o mundo em que vai se expressar e se manifestar. Eu costumo exemplificar isto da seguinte forma: é como se dentro de uma bexiga - aqueles balões que decoram as festas infantis - fossem colocadas outras bexigas, cada vez menores, uma dentro da outra, e cada uma se enchesse de ar. As fragmentações das consciências seriam mais ou menos assim e cada uma teria o seu envoltório independente e individual. Mas todas teriam o mesmo ar, e a mesma essência. Quando falo sobre a Expansão da Consciência, estou me referindo justamente ao processo inverso do qual exemplifiquei através destas bexigas. Estando ciente de que cada uma dessas consciências possui seu conhecimento e sabedoria do mundo onde habita e que cada consciência superior contém uma experiência muito maior que a parte inferior, então, será lógica que quando houver uma conexão do fragmento inferior com a superior seguinte, se adquire através deste "duto" - canal, túnel, abertura, ponte, antena, etc. - todo o conhecimento e sabedoria desta consciência superior. É como fazer um pequeno furo na sua bexiga menor, e forçar o ar a sair para a bexiga maior e se misturar nela. Só que este "ar" não perde a sua individualidade e se integra perfeitamente neste novo ambiente, porque a essência é a mesma, o ar é o mesmo. É assim que funciona o mecanismo da expansão da consciência. Através da respiração controlada, a inspiração do ar, ocasiona uma pressão sobre a sua consciência física (sente-se uma leve tonteira), fazendo com que ela saia pelo chackra coronário (duto) e penetre na sua consciência superior. Sem o conhecimento dos diversos corpos sutis e suas funções, fica difícil e confuso, o processo da expansão da consciência, pois não poderá ocorrer um trabalho direcionado e produtivo, perdendo-se com isso, um grande aprendizado. Para cada trabalho específico há uma consciência correta para a atuação. E em cada dimensão há também, um corpo para manifestação. A expansão da consciência é um processo de transferência da consciência física - o nível mais inferior - para as consciências superiores e, de forma totalmente consciente e desperta, pode-se fazer o deslocamento para qualquer um dos corpos sutis diretamente ou estar simultaneamente em todos os corpos de acordo com a própria vontade. A lucidez e a nitidez de cada dimensão e, experiência vivenciada vai depender do grau evolutivo de cada consciência, porque acreditar e aceitar a "nova realidade" e a "nova verdade", também depende da quebra de paradigmas e velhos conceitos enraizados na mente física, que foi condicionada a negar sempre, estes mundos "invisíveis" e "intangíveis". Para se alcançar todos os níveis mais elevados de consciências e entrar em contato com os mundos multidimensionais e os seres iluminados, é necessário que a atenção seja focada sempre na Chama Trina e, que o Amor Divino seja liberado espontaneamente do seu chackra cardíaco. “Bata, e a porta ser-lhe a aberta!”... “Pede e lhe será dado!” Ouvindo a Intuição Quem nunca ouviu uma vozinha bem lá no fundo nos avisar quando estamos para fazer alguma coisa e ficamos na dúvida?? E que ela nos aconselha principalmente quando vamos cometer um ato incorreto? É dito que essa voz é o subconsciente ou o inconsciente atuando em nossa vida!... Legal!!!... Então está confirmado que temos a consciência e, também uma parte dela por trás da mesma!! Vamos então falar disso... é muito interessante... e porque não dizer: fundamental!!!... Acredito pessoalmente, com muita convicção, que este tema que estamos abordando é de uma importância decisiva na vida daquele que realmente está em busca do seu conhecimento interior. Fomos ensinados desde a mais tenra idade que temos apenas os cincos sentidos físicos. E cada um deles possui um órgão de manifestação para experimentar um tipo de sensação. É com eles que vamos aprendendo a lidar com o nosso corpo carnal e a nos relacionar dentro do nosso meio ambiente. Através dessas experiências alcançamos um nível elevado de inteligência que alimenta o nosso corpo mental e criamos o nosso próprio mundo do pensamento. A intelectualidade do ser é alcançada pela soma de suas experiências sensoriais. Os neurônios do cérebro se expandem cada vez mais... quanto mais se raciocina de forma lógica e analítica. Mais tarde é que percebemos que moldamos apenas um lado do nosso cérebro, vivendo apenas o mundo da forma... da matéria física! A inteligência do ser humano é que o separa do reino animal. Só conseguimos alcançar a nossa individualidade de ser, quando começamos a pensar. Durante milênios e milênios estamos desenvolvendo o nosso corpo mental e alcançamos hoje um elevado grau de conhecimento, faltando apenas o equilíbrio necessário para coroar de êxito, o atual processo evolutivo. A etapa atual é o despertar da consciência... o trabalho a fazer é desenvolver o lado direito do nosso cérebro, porque assim procedendo estaremos no caminho de atingir o objetivo que é o equilíbrio perfeito do ser humano, quando ele alcança o conhecimento sobre a sua própria existência e o propósito da sua vida. A intuição é uma espécie de "farol", pelo fato de que este órgão sensorial sutil ilumina cada passo em nossa caminhada rumo à nossa interiorização... em nossa busca espiritual! Cada ser humano independentemente do seu patamar evolutivo tem esse "canal" de comunicação interior. Para uns, este instrumento está atrofiado impedindo o seu uso... para outros, funciona precariamente, mas funciona... e, para muitos, a intuição flui normalmente, mas não é utilizado de forma correta. O sexto sentido é isso: a nossa intuição. É através desse canal que mantemos uma comunicação direta com a nossa Consciência Superior - Eu Superior -, da qual somos apenas um fragmento da sua criação. Mas, este assunto será abordado em outro artigo. Agora, a intenção é falar sobre este "canal de comunicação", porque isso é um assunto de muita importância e, que vai nos ajudar sempre em todo o processo do despertar. O lado direito do cérebro é o receptor que processa em nosso plano físico as informações que captamos através da nossa intuição, que neste caso funciona como se fosse uma "antena". Infelizmente, hoje, temos que quebrar muitos paradigmas para desenvolver este lado cerebral. É o caminho das pedras. A alegria que sentimos, é quando descobrimos o tesouro que possuímos escondido dentro de nós mesmos! Desde a infância fomos condicionados a negar a existência deste plano sutil... intangível... invisível aos nossos olhos... lembranças que trazíamos antes do nosso "nascimento"... a vivência "normal" com o plano espiritual que tínhamos quando éramos crianças... a alegria de poder "conversar" com os nossos amigos do "outro lado" que havíamos deixado lá, para experienciar uma nova encarnação. Com o tempo a nossa consciência física se cristaliza - densifica - e o lado direito do cérebro deixa de ser utilizado de forma adequada, porque o foco fica centrado sempre no lado esquerdo que é material e se relaciona ao aprendizado dos aspectos concreto em nossa existência física. A condição fica restrita ao aspecto dual das coisas. A aceitação da ilusão como real e a negação da realidade que passa a ser rotulada de "superstição"... sobrenatural... Para se utilizar de forma correta a nossa intuição é necessário que se conscientize da existência desse órgão sensorial e o modo de se aprender isso é estudando e praticando... como nas velhas lições que já fizemos com os outros órgãos. Todo treinamento é baseado na repetição. É dessa forma que condicionamos o nosso cérebro. Cada repetição cria uma nova ramificação dos neurônios. Quando aprendemos a lidar com a paciência (porque tudo tem o tempo certo de ser e acontecer), colhemos o fruto maduro do conhecimento, que está latente no interior de cada ser. Portanto, nada de forçar a limitação física individual. Cada um carrega em si a sua própria semente - o código genético - que precisa ser desenvolvido. A intuição vai apenas dizer que tipo de fruto é essa semente. Um ponto que precisa ser esclarecido é sobre o aspecto dual das coisas, que está sempre presente em tudo. Precisa-se ter essa noção, porque a dúvida estará em permanente estado de ebulição, fazendo com que a pessoa desista na primeira dificuldade - quebra de paradigma -, ocasionado a partir disso, uma completa confusão interior. Para o peregrino em busca da luz interior, já é do seu conhecimento essa dificuldade. A persistência é que difere aquele que sinceramente busca o seu autoconhecimento, daquele que tem apenas a curiosidade sem objetivo nenhum para si mesmo. Por isso chamamos de "caminho das pedras". O verdadeiro garimpeiro sabe onde encontrar uma pedra preciosa, olhando apenas a superfície do terreno pedregoso. Então, quando partimos para o encontro com o nosso Eu Interior, a primeira batalha que precisamos travar é com o nosso Eu Exterior - a nossa Personalidade -, ou aquilo que propriamente denominamos de nosso Ego. É esse Ego que construímos ao longo da nossa jornada terrena. O resultado disso é o nosso famoso "egocentrismo". É a nossa individualidade fragmentada, manifestada... e não o Ser! Quem nunca viu uma caricatura que expressa essa famosa "batalha", desenhada em forma de um anjinho falando ao pé do ouvido, enquanto no outro lado, está um diabinho fazendo a mesma coisa? Esse quadro representa a constante luta entre o Eu Inferior - Personalidade - com o Eu Superior - a Consciência que nos criou. Com este quadro em nossa mente, podemos compreender muitas coisas que ocorrem em nossa vida e, a partir daí entender o significado das causas de tantas dores e sofrimentos que fazem parte da nossa rotina, bem como saber do porque muitas pessoas são felizes e saudáveis em suas vidas. Como se diz: "o caminho da dor é uma opção, mas a do sofrimento é uma escolha!". A intuição em si precisa ser desenvolvida através do conhecimento em todos os seus aspectos duais: concreto e abstrato, material e espiritual, bom e mal, positivo e negativo... etc. Lembrando também que o "mal" ou a "treva" é ilusão... que a existência desse aspecto negativo foi criado e é mantido apenas pela própria ignorância, surgida do condicionamento mental que foi imposto ao longo da nossa vida e nas existências anteriores. A luz é conhecimento... e o conhecimento nos faz ficar consciente da verdadeira realidade que existe em nós. Por isso, a treva é a ausência da luz. Esse entendimento é suficiente para causar o movimento de despertar das consciências que estão imersas no vale das sombras... Quebrar o misticismo que foi criado para encobrir a verdade é um dos primeiros passos a serem dados neste caminho árduo, espinhoso... mas gratificante. O pecado foi um instrumento do medo criado para impedir o acesso da alma peregrina às informações contidas no livro da vida. Manter um ser na ignorância torna-a escrava do mundo da ilusão. Voltando ao assunto de como praticar a intuição e desenvolvê-la de forma adequada para o seu verdadeiro uso e fim é tão simples quanto eficaz... basta utilizá-lo normalmente como se faz com os seus outros órgãos físicos. Aceitar este órgão sensitivo da forma mais natural possível, entendendo seu mecanismo e compreendendo que o seu uso acarreta também erros e acertos. A grande ilusão influencia também os órgãos sutis. A forma de lidar com esses enganos e avançar no caminho da luz são: ter sempre em mente aquele quadro que falamos acima, sobre o anjinho e o diabinho. Como assim?!! Simples. Sabemos que sempre queremos o nosso próprio bem... em qualquer circunstância. O discernimento é algo que aprendemos com o tempo e, sem esse "árbitro", nos perdemos na noite escura. Precisamos desenvolver este aspecto e tê-lo sempre em nossa vida, em todos os momentos. O discernimento nos diz muitas vezes que aquilo que pensamos que é bom para nós, muitas vezes é a nossa própria desgraça. A emoção encobre muitas vezes a própria lógica. E, acabamos recusando uma oportunidade de crescimento interior. O discernimento é esse "anjinho"... e revela a atuação do seu Eu Interior. Quando estamos acreditando que uma vozinha lá no fundo está nos orientando para o nosso bem, neste caso sendo o diabinho falando em seu ouvido, é fácil de identificar, quando usamos um processo prático... mas que seja feito com sinceridade. Basta perguntar a si mesmo se aquilo que é dito é positivo... bom para si e para os outros... traz harmonia... gera paz interior... carrega a essência do amor... da compreensão... do perdão... Em caso contrário, tenha a certeza que é a atuação da sua Personalidade. A Personalidade baseia-se no egocentrismo. O Eu Interior faz a sua integração na Luz e no Amor. Para evitar as grandes confusões que as energias negativas causam em nossas vidas, basta saber que vivemos num mundo de livre arbítrio e, isso faz parte do projeto divino, onde os seres de luz respeitam e seguem essa diretriz, não intervindo em nossa caminhada, senão a pedido ou invocação. E sempre que fazem essa intervenção, o fazem com a energia do amor e, sempre visando o crescimento interior. Fora disto, a atuação não é da Luz! A voz silenciosa - a intuição - é sempre carregada de um sentimento que vibra lá no fundo do nosso coração. Essa particularidade é que faz a diferença. O nosso chackra cardíaco expressa a energia do amor e quando ouvir a "voz que vem do coração"... siga-a... é da Luz... e vem da sua Consciência Superior. As dimensões e a evolução da alma De tanto se falar na tridimensionalidade, fica a pergunta inevitável: e as outras dimensões? Pois bem, onde estão as outras? Como foram a primeira e a segunda? Como será a quarta, a quinta? E as próximas além desta, quais são? Afinal, o que é essa dimensão e em que sentido isto afeta a nossa existência? A terceira dimensão é um campo de experiência para a consciência humana - a alma - se manifestar. A tridimensionalidade é, na verdade, composta de três mundos existenciais. São eles: o plano físico, o plano astral e o plano mental inferior. É assim considerado - de três dimensões - porque nesta fase evolutiva da humanidade estamos desenvolvendo três aspectos simultaneamente, sendo o terceiro aspecto, o foco fundamental desta terceira dimensão: o corpo mental inferior. Mas, como seria isso? Neste nosso Sistema Solar foram criados apenas sete desses planos de existências, por isso o sete é o número sagrado que rege a nossa evolução espiritual. Atualmente, estamos concluindo o aprendizado dos aspectos do terceiro destes planos e iniciando o processo seguinte, os quatro aspectos, que serão desenvolvidos na quarta dimensão, o quarto plano de existência. Para se compreender melhor, seria interessante entendermos as duas dimensões anteriores que precederam esta atual fase evolutiva. Vamos começar, então, pelo início. A primeira dimensão? Não. Antes da primeira dimensão teve a "matriz", a dimensão "zero"! A dimensão-matriz foi a base onde se iniciou todo o processo evolutivo dos mundos existenciais que denominamos de dimensões ou mundos inferiores manifestados. Os seres Elementais - do Fogo, da Água, do Ar e da Terra - foram e são os grandes construtores destes mundos. Uma dimensão é um campo de experiência para a evolução de consciências. Esta dimensão "zero" pode-se chamar de Reino Elemental, porque os primeiros elementos se cristalizaram nas rochas quando a superfície da Terra começou a esfriar e a solidificar. Neste período, ainda num estado pastoso e incandescente, estabeleceu-se uma ancoragem da Luz para a evolução da vida física em nosso planeta. Os minerais receberam as primeiras essências de vida e de consciência vindas diretamente de suas Mônadas, iniciando-se aí o Reino Mineral. Esta fase determinou os alicerces para a futura evolução de vida no planeta.  No processo seguinte, na primeira dimensão, o Reino Vegetal personificou a primeira experiência física sobre a superfície terrestre. O objetivo desta fase seria a adaptação ao meio ambiente, ainda em formação, e sua reação à atmosfera do planeta. Na primeira dimensão, o aspecto físico foi a principal característica no desenvolvimento da consciência divina, inserida dentro de um corpo de matéria densa. A segunda dimensão está relacionada à vida em dois campos de experiências: o físico e o astral. O corpo físico de expressão das Mônadas adquiriu, entre outras qualidades, a mobilidade. Esta dimensão foi marcada com o nascimento do Reino Animal. O corpo sensorial desenvolveu-se a tal ponto que formou o corpo emocional dos animais que habitavam o planeta neste período. Esta fase evolutiva da consciência divina foi notável pelo aperfeiçoamento e desenvolvimento dos dois aspectos: o físico e o emocional. Chegamos agora à nossa terceira dimensão. É neste período que um ser animal individualiza-se e inaugura o Reino Humano. A individualização ocorre pelo processo mental, desenvolvido pelos pensamentos racionais e lógicos, originados pelo instinto de sobrevivência do próprio animal. Depois, o indivíduo humano melhora este aspecto mental com o desenvolvimento do corpo emocional através do sentimento. A tridimensionalidade é marcada pelos campos de experiências em três mundos: o físico, o emocional e o mental inferior, onde a consciência divina, dentro do ser humano, alcança sua supremacia sobre todos os reinos de vida existentes no planeta, através do terceiro aspecto: a inteligência. É bom frisar aqui, que é nesta terceira etapa que ocorre a descida das almas humanas no processo reencarnatório. No instante em que houve a separação dos sexos dos corpos físicos; este fato deve-se à divisão das consciências, que eram andróginas, em duas partes: a masculina e a feminina. O período anterior, o da individualização, refere-se ao momento em que a consciência deixa de ser uma alma grupal influenciada diretamente pelas Mônadas e passa a ser uma alma individual, mas ainda andrógina. Após a conquista destes três aspectos, a consciência divina encaminha-se para o próximo processo em que desenvolverá o quarto aspecto: o etérico. Para isso, passará a viver em quatro mundos distintos e simultâneos: o físico, o emocional, o mental inferior e o etérico. O corpo etérico é um corpo de Luz, onde estão inseridas as memórias e os hologramas dos três corpos inferiores nos quais a consciência superior se manifesta. É na quarta dimensão que nós, como seres da raça humana, passaremos a conhecer a Fonte da Energia Vital que mantém a vida em todos os corpos e que sustentam também esses quatro mundos de existência para a experiência da alma humana. O conhecimento das Leis Divinas e também o domínio sobre a Energia Vital dará a maestria aos seres humanos sobre a Lei da Vida e o capacitará a entrar no processo ascencional de retorno à sua origem. Essas quatro dimensões são mundos dos efeitos, criados apenas para o desenvolvimento e o aperfeiçoamento da consciência divina, a alma, que habita o quinto mundo ou a quinta dimensão: o mundo causal. Nesta dimensão, a alma humana possui um outro veículo de manifestação conhecido como corpo causal, onde a atividade básica é o desenvolvimento do Mental Superior, a consciência do Eu Superior, antes da sua Ascensão para a sexta dimensão. Neste sexto mundo dimensional, após a sua ascensão, constrói-se um corpo permanente e praticamente imortal. É a partir desta sexta dimensão que o ser passa a integrar totalmente a vida cósmica e universal, sendo um dos co-criadores junto a Deus Pai-Mãe dentro da própria Criação. No sétimo plano de existência está a Divina Presença de Deus EU SOU, a consciência individualizada da Fonte Que Tudo É! É o Cristo Cósmico. Essa Divina Presença dividiu a sua Consciência em doze partes e cada uma subdividiu-se em dois aspectos: a alma masculina e a alma feminina. A partir daí, começou a peregrinação das almas para o aprendizado e o domínio dos mundos inferiores que, ao serem concluídos, devem voltar à Fonte que os criou como almas. Fica, aqui, apenas um pequeno esboço sobre o tema relacionado às dimensões e aos veículos de manifestação em cada um desses planos de existência. O assunto é bem mais amplo e muito complexo em seus detalhes, mas a intenção deste artigo é apenas apresentar um quadro geral para facilitar a compreensão e a reflexão, dentro do contexto da busca e do desenvolvimento espiritual. Reconhecendo a alma Durante a nossa jornada terrena trilhamos diversos caminhos, com tantas variáveis, que muitas vezes nos confundem e acabamos por perder o foco da nossa busca. Mais cedo ou mais tarde sempre voltamos ao ponto onde nos desviamos, para recomeçar os passos novamente. No momento em que nos recolhemos para dentro de nós, para o silêncio que há no nosso interior, uma pequena indagação começa a criar forma a partir de um sentimento bem profundo: "Afinal, quem eu sou?" Isto ocorre e ocorrerá quando nos sentimos confusos e impotentes diante dos reveses da vida. Seja numa desilusão amorosa, num conflito indesejado ou na incapacidade de se resolver um problema que causa aflição. Faz parte da natureza humana buscar a resposta para o dilema da vida. Aí a caminhada realmente se inicia. Interessante quando questionamos a nós mesmos deparamos com situações nos quais, acabamos nos expondo de tal forma como se estivéssemos diante do espelho falando conosco mesmo. No fundo queremos saber qual é o sentido da vida na qual estamos inseridos. Do porque a felicidade é tão efêmera... tão frágil... qual a razão de passarmos por tantos acontecimentos que escapam ao nosso controle e nos colocam como vítimas de circunstâncias das quais não conseguimos dominar ou mesmo saber como lidar. Sentimos a incapacidade de reagir numa situação adversa, deixando-nos impotentes. Este sentimento leva-nos a questionar profundamente, consciente ou inconscientemente a razão da nossa existência neste mundo conturbado e... sem sentido! O momento marcante na vida de um ser humano é quando se reencontra com a sua alma. Não importa se vai seguir uma religião ou seita ou mesmo uma filosofia de vida. Não importa o meio... o instrumento... a ferramenta... mas sim o caminhar... Cada ser recebe o seu quinhão por seus méritos e esforços... nada vem de graça... são conquistas! Muitas vezes um ser escolhe um caminho que é mais solitário... foge daquela convenção aceita pela maioria... e recebe a condenação por sua decisão... o seu martírio será a sua marginalização. Torna-se involuntariamente um "estranho no ninho" e é taxado e rotulado injustamente por ser livre e independente na sua escolha. Apenas por querer seguir a voz silenciosa da sua alma, que carinhosamente lhe chama de volta... para casa! - Quem sou eu afinal? - é a pergunta inicial que deve marcar a nova caminhada, porque esta questão tão simples coloca a nossa personalidade em xeque-mate. O grande conflito interior começa justamente no momento em que o indivíduo como ser questiona a si mesmo. Deixa de ver o mundo - seu meio ambiente - como um "culpado" por suas insatisfações e infelicidades no desejo de entender o efeito buscando a verdadeira causa, onde está a origem de tantos infortúnios. Neste ponto, o ego inferior (personalidade) passa a ser vista de um ângulo inteiramente novo: é o dominador ou o dominado... é o ser livre ou o escravo de si mesmo?! Ao reconhecer sua alma como peregrina e a si mesmo como parte dela, o ser humano está a um passo de fazer a conexão com a sua consciência superior, o seu Eu Superior. Isto ocorre porque para estar diante do seu "ser superior", a consciência física encarnada precisa passar por uma purificação intensa e profunda. "Não deves entrar no Santuário com os pés enlameados!", significa que antes de estarmos frente a frente com o nosso Mestre interior, há que deixar o manto limpo e puro. O processo de limpeza é feito de forma consciente e de uma forma harmoniosa e paciente. Será sempre dirigida e conduzida pela voz interior - da alma - que sabe e conhece todas as "manchas" que parte de si mesma acumulou ao longo das experiências terrenas. É o ponto fundamental para fazer a conexão com o Eu Superior. O processo de purificação dos corpos inferiores ocasiona a harmonização entre os corpos físico, emocional, mental e etérico. Um equilíbrio é alcançado nesse processo. O mental passa a conduzir o emocional e a atuação física é um reflexo deste alinhamento. Os pensamentos e as emoções seguem uma direção interior e a atitude no plano físico sofre uma mudança radical de comportamento. O corpo etérico então passa a canalizar todas as energias através de todos os chackras, que são ativadas de forma harmônica. Os canais sutis, mais leves e limpos, começam a funcionar em perfeita conexão unificando todos os corpos inferiores num só corpo. É o corpo de Luz. Este novo corpo, fica transparente e mais luminoso com cores também harmoniosas. Este estágio é o ponto culminante para o grande "momentum" do reencontro do peregrino com o seu Eu Superior. Quando esta limpeza e purificação são concluídas com pleno sucesso... a própria alma coloca o discípulo diante do Mestre da Vida! Processo de purificação Não seria este o título deste artigo, mas como não encontrei um termo melhor prefiro mantê-lo. Afinal, o objetivo aqui é passar a informação da melhor maneira possível, que fique clara e de forma simples. O tema relaciona-se à limpeza dos corpos sutis, porque através dos nossos sentimentos, emoções e atos negativados, dificultamos a nossa caminhada. É impossível alguém querer vibrar em altas frequências, se a sua vibração é "pesada". Seria o mesmo que pedir para o chumbo flutuar ao lado da pena de uma ave. Portanto, transmutar este "chumbo" em nossas vidas é o objetivo deste artigo. Se tentar subir os degraus de uma escada com um peso destes nas costas, dificilmente o peregrino conseguirá alcançar as alturas. Pois bem, nos próximos artigos serão abordados os assuntos sobre o nosso Eu Superior. Então, antes que isso ocorra, é necessário "lavar os pés" e limpar "o manto" para estar na presença dele. Esse reencontro com a sua consciência superior é um momento único. Será pessoal... e, inesquecível... Somente tu e ele ou tu e ela! O ponto de partida para entender todo esse processo de retirada das "impurezas" é o conhecimento do porque e como isso é necessário. Esse entendimento produzirá a conscientização do indivíduo promovendo o seu despertar. O trabalho em si é bem simples, porque é baseado em técnicas, mas a complexidade do processo se restringe ao fato de que nós temos o hábito de complicar e dificultar as coisas. Por exemplo: Temos uma caixa dágua para reservar o líquido que vamos consumir e utilizar em casa. A água já vem tratada da fonte para o nosso uso. Acontece que por alguma razão nunca nos preocupamos em limpar a caixa dágua. Com o tempo vai se formando crostas, lodos, espécies de "ferrugens", criando vermes, bactérias, micróbios e uma infinidade de sujeiras. A água que vai sair pela torneira torna-se imprópria para o consumo e se alguém se descuidar e beber este líquido pode contrair uma série de distúrbios ou doenças. Dependendo da contaminação pode ser necessária uma internação. Imagine então se este mesmo reservatório fosse utilizado para servir várias moradias. O ser humano é como uma caixa dágua. Ao longo da vida vai acumulando as "sujeiras" e "lixos" que encontra em seu "caminho". Uma imensa lista de pensamentos, sentimentos, emoções, atitudes, palavras proferidas de formas negativas, de baixas vibrações, que vai armazenando em seu interior e "distribuindo" de forma inconsciente nos seus relacionamentos familiares, de amizades e no trabalho. Sem perceber, contamina a todos e tudo à sua volta. Toda a água sempre retorna à fonte. Mas devido à contaminação que adquiriu precisa de novos "tratamentos", antes de ser redistribuída novamente às caixas dáguas. É um processo vicioso e pernicioso. Ao longo de milhares de anos, criamos várias camadas de "nuvens" em volta do nosso planeta, formadas por todas as espécies de pensamentos, desejos, emoções, atos e palavras. Por várias encarnações contribuímos nesta criação. Todo o ser humano é formado por energias condensadas. Somos criaturas de pura energia. Emitimos e recebemos ondas energéticas. Interagimos em nosso meio ambiente e nas nossas relações pessoais criando campos energéticos. E cada ser humano, não importa qual a sua personalidade que está vivenciando hoje, tem a sua "marca" original desde a sua criação como ser espiritual e, toda a sua "obra" carrega a sua "assinatura". Usemos a imaginação agora e vamos ver o que acontece quando uma pessoa emite um pensamento de ódio para alguém. Neste caso, é como uma carta com destinatário registrado e intenção no seu conteúdo. De acordo com a intensidade do sentimento a carta pode ir mais rápida - tipo Sedex - e ser entregue com toda a "segurança" ao seu destino. O processo de entrega de uma carta é muito conhecido e o mais utilizado é o sistema de Correios. Há toda uma logística desde o recebimento para a entrega até o encaminhamento ao seu destino final. Em se tratando do envio do pensamento de ódio, a corrente de "entrega" segue o caminho das nuvens de pensamento que percorre o globo terrestre. São vias de ondas energéticas onde cada vibração segue sua própria faixa de sintonia. É da mesma forma como as ondas de rádio. Elas estão soltas no ar... no espaço. Uma estação tem sua própria frequência e emite suas programações para os ouvintes. E cada "receptor" capta a emissora de sua preferência, bastando para isso sintonizar a frequência. Tudo na vida segue o mesmo princípio. Então, quando se é dito que "os afins se atraem!"... significa que nós nos aproximamos daquelas pessoas com quem mantemos a mesma sintonia. Conhecendo a forma como os pensamentos e sentimentos percorrem o espaço e, como causa a contaminação não apenas de uma pessoa, mas de muitas que vibram na mesma sintonia da energia que está "solta no ar", estamos no caminho de encontrar os meios para fazer a limpeza interior e promover a cura de muitas "doenças" que criamos para nós mesmos. Reforma Íntima O passo inicial para purificar todos os corpos sutis – o mental, o emocional e o físico – é trabalhar aquilo que conhecemos como a “lei do perdão”. A vida de cada ser, como alma humana, obedece à lei cósmica e universal do “retorno”. Ela é infalível. Por isso, a lei da causa e efeito – carma – é uma ilusão criada pela mente humana e, o pecado também é outra forma ilusória para enganar os inocentes... para fazê-los sentir-se “culpados”! Como é isso?! É simples e prático. Vamos voltar à carta do “ódio”. Ninguém é obrigado a aceitar aquilo que não quer e pode então recusar. Ao recusar a carta que lhe foi enviada, o correio o devolve ao remetente. Não importa quem, mas aquele que receber a carta e abri-lo será contaminado. Com o acréscimo da “poeira” e da “sujeira” que se acumulou em sua “viagem”. Tudo o que se refere à vibração é potencializada pelo próprio meio em que ela se move, atraindo as mesmas energias “soltas no ar”, igual a um imã. Portanto, existe a Lei do Retorno. Mas podemos recusar e anular as consequências de um ato negativo, reconhecendo o nosso próprio “erro” e nos redimindo a tempo da “falta” cometida. Esta atitude relaciona-se à Lei do Perdão. Perdoar a si mesmo é reconhecer esta falha que se comete e depois, perdoar aqueles que de alguma forma causou algum “transtorno” em nossa vida. Estamos numa dimensão física, não para passear, mas sim para aprender. Aqui é uma escola. Assim sendo, “errar” faz parte da lição humana. Quando se há uma profunda sinceridade em nos redimirmos de algum dano que causamos a nós mesmos e ao nosso semelhante, estamos prontos para avançar na nossa caminhada. Deste ponto em diante, entra em cena aquilo que denominamos de “Reforma Íntima”. E isto quer dizer que devemos fazer uma varredura em nosso interior, nas nossas dores, nas feridas que carregamos no nosso corpo emocional... é o momento de se fazer um verdadeiro check-up. Há uma forma de se fazer isto sem repetir os sofrimentos que marcaram cada momento dramático ou traumático. Não impedirá de sentir “aquele momento”, mas será menos dolorido numa primeira fase. Depois de dominar este processo, sentirá um alívio imenso, e poderá até sorrir quando descobrir por outro ângulo, que não fomos uma vítima como pensávamos, mas que tudo tinha uma razão e um propósito para ter acontecido. Dentro da jornada numa peregrinação espiritual, as respostas virão no devido tempo e, quando estivermos preparados e prontos para saber a grande verdade sobre nós mesmos, aí sim, serão revelados os segredos que ficaram guardados e arquivados por tanto tempo e por tantas encarnações. Por isso, em primeiro lugar, devemos tentar compreender cada aspecto que envolveu a nossa encarnação atual. E isso só poderá ser feito por nós mesmos. Após o despertar e logo depois do reencontro com o Mestre Interior – o Eu Superior -, toda a história individual do ser é revelada aos poucos, conforme o peregrino – que agora se torna um verdadeiro discípulo – vá se conscientizando da sua verdadeira identidade. Reconhece-se como um ser divino... um ser de luz... e parte de uma consciência maior que ele e, que esse ser superior fragmentou uma parte de si mesmo para fazer sua experiência na terceira dimensão, através das personalidades que Ele tem criado aqui embaixo. O que pretendo dizer com tudo isto? É uma coisa bem simples. Se nos sentimos “mal” com algo que está acontecendo conosco ou com o nosso corpo, o correto é procurar um especialista para cuidar do caso. Passamos o “sintoma” daquilo que sentimos ou da dor que nos incomoda. O especialista vai ouvir o que tem a dizer e fazer uns exames e, depois dá o diagnóstico com o tratamento a ser efetuado para que a cura aconteça. Pois bem, neste caso, quando vamos fazer uma “reforma íntima”, devemos começar por “algo” que realmente está pegando mesmo... nos incomodando... impedindo de prosseguir na vida... de ser feliz... de se realizar... de alcançar um objetivo. Aí, devemos agir do mesmo jeito como faríamos no parágrafo anterior. Sair da posição de “paciente” e nos colocar como um observador da situação. Sendo o máximo possível, um “ouvinte” das reclamações que vão surgir, analisando tudo de forma imparcial, como um especialista. Isto exige paciência, compreensão e persistência. A prática diária vai tornando tudo mais fácil com o tempo. Pode surgir um episódio como uma “catarse”, que será amenizada bastante, tendo a consciência do objetivo do processo em si. Toda a limpeza de um lugar ou ambiente envolve o ajuntamento do lixo para ser recolhido, e a lavagem do local é para retirar os resíduos e assim por diante. Tudo é técnico. É uma situação prática, onde a emoção não pode ter espaço. Aqui entra a questão do desapego. Por que se apegar naquilo que causa dores e sofrimentos? Por que manter aquilo que nos aprisiona nestas sensações negativas, que nos impede de prosseguir um caminho mais feliz e saudável? Para que ficar olhando sempre para trás, se os olhos foram colocados no corpo para olhar adiante? Por que carregar o medo de perder algo, se a vida lhe oferece apenas abundância? Meus queridos, Quando se coloca na posição de “observador”, ocorre na verdade uma mudança interior – transcendental – que irá causar uma grande transformação na vida de um ser humano. Principalmente se essa pessoa for uma verdadeira buscadora da luz. A voz que irá ouvir, quando se coloca na posição de observador, é a “voz silenciosa” – a intuição – que virá da própria consciência superior. Essa “voz” conhece todos os pontos que a pessoa vai ter que trabalhar. É só se entregar neste processo que tudo acontecerá de forma tranquila e harmoniosa. E vai ser uma descoberta incrível quando perceber o real acontecimento deste processo. A pessoa ao atuar como um “observador” vai aprendendo a sentir a verdadeira realidade do seu ser. Vai atuar como se fosse, sem perceber, o seu próprio Eu Superior. É a primeira etapa do aprendizado para entender a forma da conexão futura que irá ocorrer. Essa revelação será a mais surpreendente de todas que irão surgir após o despertar da consciência. O poder do fogo sagrado A conscientização dos pontos abordados até agora para o desenvolvimento do processo de despertar, é um passo importante na vida de um peregrino. Para poder seguir adiante e conseguir superar uma série de obstáculos, foi publicado diversos artigos que não fazem parte do conteúdo deste trabalho que está sendo feito aqui, mas que complementam todo o processo. O que temos que levar em consideração é os dois aspectos fundamentais que farão o processo de despertar da consciência ter pleno êxito. O primeiro é a compreensão, porque é através deste atributo que se avança degrau por degrau a escada que leva ao topo do monte. O segundo é o amor, a força que vai impulsionar o peregrino em direção ao discipulado, quando reencontrar o seu mestre. Dentro da nossa humanidade composta por sete bilhões de almas encarnadas, o despertar da consciência não é o propósito de vida para a maioria destes seres. Cada ser humano carrega dentro de si a sua "rotina" nesta encarnação atual. E devemos levar em conta a multiplicidade de seres que habitam este orbe terreno, dividindo o mesmo espaço, da maneira que vários alunos de origens diferentes, frequentam uma escola. A composição original das almas humanas fazendo suas experiências nesta dimensão física possui uma diversidade de tal envergadura que confunde qualquer pesquisador no campo da espiritualidade. E foi isso que me surpreendeu muito. Temos entre nós em primeiro lugar, as almas primitivas ou nativas deste planeta e, em seguida vem as dos "exilados" que têm uma mesma origem e vieram com a missão grandiosa de elevar a raça humana. Na sequência seguem as várias raças planetárias que ficaram confinadas neste planeta, após a grande guerra cósmica ocorrida aproximadamente há 25 mil anos - um conflito que durou cerca de 10 mil anos -, o que ocasionou a vinda de outros seres para fazerem o trabalho de observadores destas raças, amparando-as em suas evoluções terrenas. Além destas, temos os trabalhadores da luz, que são os servidores da raça que encarnaram com a missão de resgatar os "exilados" que se perderam aqui embaixo. Os restantes se dividem entre os seres que se infiltraram - "invasores" - na Terra, burlando a vigilância do Conselho Cármico e, por último estão os seres em evolução que se individualizaram no reino animal e fazem suas primeiras experiências entre as almas humanas. Sem esse conhecimento fica difícil a caminhada daqueles peregrinos que buscam o seu despertar, porque o sucesso da sua própria elevação espiritual passa por esta compreensão. É uma das primeiras revelações que vai deparar logo após a sua conexão com o seu Eu Superior. Será neste reencontro com o seu mestre interior, que o persistente peregrino começará a retirar os véus que o iludiram em sua jornada terrena. A verdade será revelada aos poucos, conforme ele vá trilhando os passos como um autêntico discípulo. Receberá o auxílio direto dos grandes mestres ascencionados e a proteção dos anjos do seu raio evolutivo. Se o discípulo conseguir ultrapassar todos os obstáculos que surgirão diante de si, receberá no final deste novo processo a sua quarta iniciação, quando o seu retorno definitivo para o lar é consumado. A fase que antecede o despertar da consciência física é a sua purificação espiritual e consciencial. Para isto tem que trabalhar a sua limpeza interior plenamente consciente do que ocorre consigo mesmo, contribuindo firmemente em todo o processo. A grande descoberta para acelerar todo o trabalho é o conhecimento de como usar o poder do fogo sagrado - a chama violeta -, que é a dispensação de luz do sétimo raio, do qual o nosso amado mestre Saint Germain é o seu regente. O estudo sobre os ensinamentos deste mestre ascencionado é a grande ponte que libertará o peregrino da sua escravidão e ocasionará não só o rompimento dos grilhões que o prendem na terceira dimensão, mas fará a elevação instantânea da consciência física até a sua consciência superior. Somente então o peregrino estará pronto para a grandiosa vida que almejou por tantas encarnações, onde a abundância, felicidade, paz, harmonia e saúde, tornam-se sua expressão e sua manifestação no plano físico. Há muito material para pesquisa e estudo sobre esta doutrina da nova era, bem como sobre a chama violeta e os raios de atividade que estão atuantes em todo o planeta. Os que realmente estão nesta busca - o autoconhecimento - sabem desta verdade maravilhosa e compreendem a necessidade urgente de cumprir todas as etapas em que estão envolvidos no momento presente de suas vidas. E devem lembrar-se sempre que não existe apenas uma montanha para escalar, mas que os vales existem para serem semeados, mas não podem se acomodar para esperar a colheita e, sim seguir em frente e escalar as outras montanhas. Somente assim alcançarão a plenitude de suas vidas que é o tão sonhado retorno ao lar! Reencontro com o mestre O alinhamento dos corpos físico, emocional e mental é a etapa final para concluir todo o processo de purificação espiritual. O entendimento de que o corpo carnal é apenas o veículo de manifestação física e a expressão ativa dos dois corpos anteriores, onde a alma atua no seu ponto mais denso, fazendo suas experiências no mundo da forma. Ao compreender isto, a sabedoria que o peregrino adquiriu ao longo da sua caminhada, leva-o a aceitar a lei da ordem que rege a evolução cósmica: "Assim embaixo, como acima! Então, neste instante sabe-se que existe uma hierarquia que dirige cada passo em nosso crescimento interior. A certeza de que a parte espiritual antecede em tudo, a manifestação física no plano terreno. Neste conhecimento começa a refletir todo o processo em si e vê uma nova realidade que não foi percebida antes: havia invertido tudo, durante a vida inteira! A partir de agora olha tudo sob o ângulo do observador e a visão clara se apresenta diante dos seus próprios olhos. Era realmente um escravo de si mesmo! Uma forma de escravidão inconsciente em que a personalidade no seu egocentrismo e apego, usava o corpo emocional e o corpo mental para satisfazer todos os seus desejos e prazeres terrenos. Servia de si mesmo vivendo uma ilusão tão profunda e envolvente. Sempre querendo mais e mais, numa competição interminável que uma existência não era o suficiente, necessitando de vidas e vidas para alcançar seus fins. Aprende diante disto que há um mecanismo perfeito para alcançar a felicidade. A obediência à lei divina. Compreende o significado e o objetivo da vida, entende que o caminho da dor e do sofrimento era necessário para o seu crescimento. Esse entendimento leva-o para o seu interior e percebe a vida que sempre pulsou dentro de si e que esta vibração está mais além do que imaginava. Começa então a percorrer o caminho de volta... Para isto inicia um novo processo inteiramente desafiador: primeiro dominar as suas emoções e em seguida dirigir seus próprios pensamentos de forma organizada. A disciplina é o método para alcançar essas metas. Tenta a todo custo controlar os impulsos que vem do corpo físico, através do cérebro viciado pelas tentações do mundo exterior. Acalma a mente. Cura as feridas das emoções fragilizadas pelas dores e sofrimentos. Quando a muito custo consegue sutilizar as emoções, vai aprendendo a sentir a própria vida que pulsa no seu interior e a expressá-la no seu meio ambiente, interagindo e relacionando com as pessoas de uma forma inteiramente nova. Suas emoções são conduzidas de forma racional e inteligente porque agora conhece as leis que governam a vida humana. Seus pensamentos são mais harmônicos, embelezados pelo raciocínio lógico de que a existência da paz é um estado de ser e que a única energia que move qualquer sentimento é a do amor incondicional. Deste ponto, serve-se do conhecimento... e, da sua nova experiência. Aprende a pensar. Estuda os mecanismos do cérebro físico conduzindo a nova formação das ramificações dos seus neurônios. Vai deixando de usar os velhos trilhos, começando a percorrer os novos que estão sendo construídos lentamente, mas de forma consciente. E se encanta com o novo caminho e a nova paisagem, mas bela e colorida. A mente configura um novo padrão de funcionamento, abandonando os velhos "softwares", antiquados para este novo tempo em que as informações são mais velozes para serem processadas. Implanta em si mesmo um novo programa, quebrando os paradigmas que travam o seu progresso. Seus pensamentos são controlados pelo hábito do discernimento. Sabe o que quer e o que não deve fazer. Sua disciplina ultrapassa todos os obstáculos. Supera a si mesmo nesta batalha interior. E vence! Suas emoções são compreendidas dentro do foco de aprendizagens. Compreende as causas das dores e sofrimentos e decide não mais vivenciar estas experiências, fazendo um esforço também consciente para se desapegar de tudo que impede de alcançar a sua liberdade. Estas emoções violentas são transmutadas para o sentimento suave da verdadeira vida do ser. A compreensão do ser em toda a sua plenitude e, não mais em estar. Apenas é. Os pensamentos conduzem os sentimentos em harmonia e a atividade se expressa através do corpo físico, a partir de ideais mais elevados. Quando isto ocorre, o alinhamento dos corpos se faz de forma tão perfeita que a conexão das consciências fragmentadas dos corpos físico, emocional e mental inferior, conduz a energia, a luz da poderosa presença divina, para baixo, num fluxo ininterrupto da mesma forma que ao abrir as comportas de uma represa, a enxurrada de águas desaba rio abaixo. A "ponte" agora está reconstruída e, jamais poderá ser rompida esta ligação. Será um momento de extrema felicidade. Inigualável. Inimaginável. O reencontro com o seu Eu Superior é o momento mais marcante de toda a jornada terrena. Este é o seu mestre da Vida. O seu Cristo interior. É aquele que fragmentou a parte de si mesmo e criou todas as personalidades das encarnações vividas na face deste planeta. É quando a personalidade reconhece essa verdade que esteve oculta por tanto tempo e imerge nesta consciência superior. É a famosa "volta do filho pródigo"! Este momento transcendental é conhecido pela frase ocultista que diz: "quando o discípulo está pronto, o mestre aparece!". O peregrino agora entra para o caminho do discipulado, onde passará a receber as instruções e orientações daquele que sempre foi o seu mentor espiritual, aquela voz silenciosa que sempre o guiou na longa noite que marcou a sua caminhada. Revelações e descobertas serão colocadas diante de si como um livro aberto. E, então uma nova vida se inicia... A metamorfose "Quando o discípulo está pronto, o Mestre aparece!" Esta frase acima contém um significado e um sentido que foi mantido oculto por milênios, porque fazia parte do cotidiano da vida na civilização da Atlântida. Após a sua destruição - pelo mau uso das energias -, os segredos do discipulado e da iniciação foram mantidos guardados e, somente grupos seletos tiveram acessos a estes conhecimentos e os seus ensinamentos. Daí surgiu os misticismos criados ao longo deste tempo que acabaram se cristalizando nas mentes das pessoas comuns. Desde que se iniciou o processo de transição da "era das trevas" para a "era da luz", a humanidade passou por uma prova amarga, na qual a lição fundamental foi promover a conscientização - acordar - da sua espiritualidade, que era o objetivo regido pelas influências do sexto raio. Essa foi a missão do Mestre Jesus, que dirigiu este processo por dois mil anos - período de atuação de um raio -, cuja mensagem baseava-se em dois aspectos: devoção e amor. A prova foi dolorosa e traumática porque necessitou de duas guerras mundiais para humanidade voltar seus olhos e corações para o alto. Durante o último grande conflito, as ondas de energias com pedidos de socorro e auxílio, desencadearam uma reação magnífica nas esferas celestiais. A humanidade havia acordado pelos quatro cantos do globo terrestre. As mensagens do grande Mestre estavam sendo trazidas para dentro dos corações dos povos. A devoção a Deus estava acontecendo de forma surpreendente, motivadas pelo amor ao próximo. Este acontecimento mobilizou todas as esferas das Forças de Luz pelo universo inteiro, atraindo para o nosso orbe terreno, legiões de seres de todos os cantos da imensidão cósmica, para o auxílio imediato da nossa humanidade. Os passos que seguiram foram marcados pela decisão da Hierarquia espiritual da Terra de reverter todas as condições negativas do planeta, com a atuação direta do sétimo raio. O trabalho conjunto entre o Mestre Jesus e o Mestre Saint Germain, anulou todas as influências que os líderes do Eixo, recebiam das forças das trevas, bloqueando suas intenções. A partir disto, a situação do conflito se inverteu, com o resultado que hoje conhecemos. Após este evento o Mestre Jesus passou a direção da nova era para o Mestre Saint Germain, concluindo assim a sua missão. As décadas seguintes foram marcadas pelas descidas de muitas almas com missões e propósitos ligadas à doutrina do sétimo raio - transmutação e ordem -, que está atualmente promovendo o despertar das consciências por toda a humanidade. Este pequeno resumo é feito para ilustrar o processo de despertar da consciência de um discípulo, para que o seu entendimento possa abranger um leque de informações que o auxiliarão nesta nova fase, porque ampliarão seus conhecimentos no momento que compreender que deixou de ser uma lagarta. Deve deixar o casulo que o aprisionava e aceitar a sua nova realidade, ser uma borboleta e, voar. Deixará de viver nas sombras das folhagens, em que rastejava pelas lamas, porque agora poderá ver o mundo de um novo patamar, de cima. Todos os artigos do Despertar da Consciência, As pedras do caminho, Falando de espiritualidade e Sobre a projeção astral, são resultados das minhas próprias experiências vividas durante e depois do processo de despertar. Como cada peregrino tem a sua história individual registrada no livro da vida, deve buscar sempre o seu conhecimento da verdade no seu interior, porque é aí que vai encontrar o seu mestre, que sempre foi o seu anjo guardião nesta e em outras vidas. Depois, deve simplesmente seguir o seu caminho ao lado daquele que sempre procurou pelo mundo inteiro e o encontrou tão próximo de si, em seu coração. Considero importante o entendimento de todo o processo porque a sua compreensão vai facilitar e evitar muitos conflitos desnecessários para aquele peregrino que agora vai trilhar o caminho do discipulado, principalmente o que abrange a atuação dos sete raios. A simbologia da evolução humana é uma forma geométrica formada por um triângulo - a tríada (trindade) - que contém os três raios de aspectos, e o losango - quaternário (quatro mundos inferiores) - com os quatro raios de atributos, totalizando em sete raios, a jornada da alma. O mapa evolutivo perfaz um período de 14 mil anos, divididos em 7 ciclos de 2 mil anos cada, quando termina a sua aprendizagem nos mundos inferiores da criação e inicia a etapa ascensional regida pelo oitavo raio, quando conclui a sua peregrinação espiritual. Dentro de cada ciclo maior há um menor, como também as fases e etapas incluem seus aspectos inferiores. Nos seis ciclos maiores desenvolve um conjunto de 12 arquétipos e no último, faz um processo de transmutação do doze em um, quando ocorre a síntese e a conexão com sua consciência superior. E nesta última etapa inicia o processo ascensional - torna-se um iniciado - de retorno às origens, onde vai receber o cetro da maestria, e se tornará mais um mestre da sabedoria. Depois disso seguirá um novo caminho a serviço do Todo, escolhendo a sua área e o seu campo de atuação futura. A tríada reconhecida como a chama trina, representa o ser espiritual em sua essência original. O quaternário é a representação da descida à matéria e as quatro iniciações que a alma humana terá que fazer em sua jornada nos mundos inferiores.  A primeira iniciação ocorre com o renascimento, ocasionado pelo reconhecimento do ego inferior da existência da alma. É o momento do voto da devoção. Na segunda iniciação acontece a conscientização da personalidade física com o seu propósito de vida. Começa então a peregrinação. Na terceira iniciação coincide com o despertar da consciência física e a sua conexão com o seu mestre interior. Entra agora no caminho do discipulado. A quarta iniciação - meta da humanidade atual - é o resultado do aprendizado que o discípulo alcançou na fase anterior, libertando-se de toda a escravidão dos mundos inferiores. Deste ponto em diante transforma-se num iniciado e se dedica ao mundo como um servidor da luz. Neste servir adquire através do mérito, o direito de receber a quinta iniciação, tornando-se um mestre ascencionado. Os perigos no caminho do discipulado Fico muito feliz em concluir este trabalho de despertar da consciência, porque embora feito em poucos artigos, abrange os pontos principais que são tão simples de desenvolver e aplicar na vida de um peregrino que causa a incredulidade de muitas pessoas que estão buscando a sua espiritualidade interior. Tudo na vida é espiritualidade, até as conquistas materiais. O mundo da forma é caracterizado justamente por separar tudo e fragmentar o Todo e conhecer suas partes, para poder entender no fim que, juntando tudo novamente a verdade fica exposta da forma como é. Na sua essência. Durante toda a minha existência atual, a partir da infância mantive um contato frequente e permanente com o meu mentor espiritual e um mestre ascencionado que me acompanhou durante estes 54 anos de vida. Posso dividir estas cinco décadas em três períodos, porque foi isso que aconteceu comigo. Acredito hoje de forma consciente que todo o meu processo espiritual foi conduzida de forma dinâmica, seguindo vários processos de acordo com as mudanças que ocorreriam nas diversas etapas que iam surgindo ao longo do caminho. Todos estes três períodos foram marcados por intervenções das duas partes envolvidas no meu processo: as forças da luz e as forças das trevas. Seria impossível relatar neste pequeno espaço todos os acontecimentos que ocorreram na minha vida desde o meu nascimento. Tudo o que é possível de se imaginar para tirar a vida de um ser, aconteceu comigo. Passando por incontáveis ataques dos irmãos negros em todos os âmbitos de suas influências, até a atuação de pessoas bem próximas de mim, que mantinham uma espécie de "contrato" com eles, para me desviar do caminho da luz. O primeiro período pode ser compreendido entre o meu nascimento até a idade de 21 anos, quando uma sequência de acontecimentos de atuação dos nossos irmãos das trevas conseguiu impedir a minha caminhada, causando um imenso estrago nas minhas relações pessoais e me separando inclusive da pessoa que nasceu nesta vida para me acompanhar na jornada. Neste ponto todo o jogo foi mudado, iniciando um novo período - o segundo - que acabou durando doze anos. Enquanto lutava para me livrar de todas as condições negativas em que fui envolvido, os meus guias prosseguiam no trabalho de construir uma nova rota para a minha caminhada. Isto foi possível com a minha ida para o Japão, aos 33 anos de idade.  Este terceiro período foi realmente o recomeço de uma nova vida, porque começou com um renascimento em que literalmente "desencarnei" e, posteriormente "reencarnei" no mesmo corpo físico. Este acontecimento "sui generis" marcou uma caminhada ininterrupta, concluindo todas as etapas de sete anos cada, em que o atraso de doze anos foi anulado de forma que poderia reiniciar a nova fase do ponto onde havia parado. Como seria isto?  Aguardaram a conclusão das doze casas do zodíaco, para começar tudo novamente, como se nada houvesse interrompido o meu processo. Quando remontei o meu gráfico sobre os meus ciclos de vida, construído em 1992, descobri que havia algo novo. Só pude desvendar este fato, quando disseram que havia concluído um ciclo de 21 anos, após o término da quarta iniciação ocorrida em outubro. Na hora nem percebi a profundidade da informação.  Apenas quando estava em casa separando umas anotações, foi que deparei com estes gráficos e procurei encaixar as novas descobertas dentro do contexto antigo. Ao ver o resultado, levei um susto. Era só pegar o ponto do ano de 1990 e sobrepor no ano de 1978. Esta nova configuração mantinha uma sequência perfeita como se nada tivesse acontecido. A dificuldade era apenas lidar com estes dois aspectos "bizarros". Uma personalidade havia deixado de existir e outra passou a atuar. Eu tinha plena consciência deste fato e foi o que causou tanta confusão na minha volta ao Brasil em 2006. Ninguém conseguia entender quem eu era. Foi cômico a situação que vivi. Receber um ataque vinda do plano astral, era até tranquila porque a proteção de lá tem a mesma potência no nível da agressão. O problema era aqui no plano físico, quando usavam pessoas encarnadas para desferir os golpes. Cada um desses "agressores" era praticamente impossível de desmascarar, e caso eu tentasse fazer isso, o "tiro saia pela culatra", como aconteceu. A minha decepção surgia porque as pessoas envolvidas eram da minha confiança e credibilidade, e causaram danos irreparáveis contra a minha pessoa. Somente para ter uma idéia de como as forças das trevas não te deixam um minuto em paz, tentando de todas as formas impedirem a tua caminhada, olha só o que me aconteceu no período de dois meses que antecedeu o meu processo de iniciação. Sofri um novo dano no meu ombro que rompeu novamente os ligamentos e afetando justamente os três dedos que uso para escrever, ficando imobilizado por um mês. Um acidente de trânsito com um veículo da empresa causa um grande prejuízo. Dias depois o meu carro funde o motor e recebo uma conta das mais salgadas. Duas semanas depois recebo a minha carta de demissão de um emprego onde estava há dois anos, por um mal entendido. Isto, sem contar as crises e conflitos em que fui envolvido - incluindo acusações absurdas e difamações contra a minha pessoa -, quase que diariamente, apenas para causar meu desequilíbrio emocional. Se contasse então, a história de meio século, não haveria papel para tanta narração. A intenção deste último artigo é a de alertar o discípulo que o caminho realmente não é um "mar de rosas", como já foi mencionado num artigo anterior. Nas provas que terá que fazer, as lições são justamente o domínio das ilusões, causadas pelas dores e sofrimentos. Terá que se libertar disso. Quanto aos ataques dos nossos irmãos das trevas, é consequência de nossos atos e vivências anteriores. Fomos também irmãos deles na prática e na convivência com a magia negra. A compreensão disto nos dá a força necessária e a coragem para transpor a barreira que existe entre a ignorância das trevas e a sabedoria da luz. É no fogo da vida que se forja uma alma guerreira, mas é no conhecimento sobre esse fogo, que renasce o espírito de um sacerdote. Paz! Shiwa

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